
Nesta sexta-feira (20), Hilary Duff lançou o “Luck… or something”, seu sétimo álbum de estúdio. O projeto marca o retorno da atriz e cantora norte-americana à música após quase 11 anos desde o “Breathe In. Breathe Out.” (2015), seu projeto mais recente até então.
Um álbum mais maduro e pessoal
Produzido majoritariamente pelo seu marido, Matthew Koma, o álbum possui uma sonoridade mais madura e acompanha o crescimento pessoal da artista ao longo dos últimos anos. O trabalho mergulha em tópicos sensíveis e pessoais da vida de Duff, como o distanciamento da irmã, Haylie Duff, em “We Don’t Talk”, e problemas com o pai, Bob Duff, em “The Optimist”.
Em entrevista à revista “Glamour US”, quando perguntada sobre o motivo de expor questões familiares nesta nova fase, Hilary afirmou que simplesmente se sentiu pronta.
“Eu tive uma vida muito complicada, e meus pais tiveram uma relação muito complicada. Eu sei que isso não é raro. Só porque você nasce em uma família, não significa que ela sempre permanecerá unida”, destacou.
Nostalgia e relacionamentos sob nova perspectiva
Além de reflexões familiares, temas como amadurecimento pessoal e relacionamentos amorosos também estão presentes no “Luck… or something”. Em “Growing Up”, Hilary Duff utiliza sample de “Dammit”, do Blink-182 — banda formada em 1992 — para criar nostalgia e dialogar com a experiência de crescer. Já em “Weather For Tennis”, “Holiday Party” e “Tell Me That Won’t Happen”, a cantora aborda conflitos e inseguranças presentes em relacionamentos sob uma perspectiva mais adulta.
Singles e turnê mundial
O álbum possui 11 faixas, incluindo os singles já lançados “Mature” e “Roommates”. Junto com o disco, a ex-estrela da Disney anunciou a turnê mundial “The Lucky Me Tour”, que passará por cidades dos Estados Unidos, Canadá, Irlanda, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e México. O primeiro show acontecerá no dia 22 de junho de 2026, na Flórida.











